A Logosofia Era Para Mim...
A Logosofia entrou em minha vida de maneira incomum e feliz: meu bisavô fez parte do grupo que fundou a Fundação Logosófica no Rio de Janeiro. Embora sempre tenha ouvido falar dela em família, durante a juventude me afastei da Fundação por preconceito e rebeldia.
Já adulta, mãe de três filhos e vivendo uma intensa transição pessoal e profissional, mantinha resistência à Logosofia. No trajeto diário para o trabalho, passava em frente à Fundação e evitava olhar o letreiro que anunciava as palestras, mas a frase “Em prol da superação humana” sempre me intrigava.
O encontro com a Logosofia
Um dia, na recepção da escola de música de minha filha, um cartão-postal chamou minha atenção. Nele estava escrito: “As leis universais”. Naquela semana, eu pesquisava física quântica e refletia sobre leis que regem tudo com lógica, justiça e sabedoria divina. A frase me atraiu profundamente.
Perguntei ao atendente sobre o cartão, e ele o disponibilizou para mim. Era um convite para uma palestra na Fundação Logosófica dali a três dias. Guardei o cartão, mas inicialmente não pretendia comparecer. Porém, sempre que o via na bolsa, meu coração disparava, e acabei convencendo-me a ir, ainda com o propósito de confirmar minha crença de que a Logosofia não me atenderia.
No dia da palestra, fui recebida com afeto por todos. Cada palavra dos palestrantes fazia sentido e me encantava: a lei do tempo, a adaptação de correspondência. Inscrevi-me para receber mais informações e nunca mais me afastei do estudo da Logosofia.
A busca pelo conhecimento
Através dos ensinamentos e do método de evolução consciente deixados pelo criador da Logosofia, tenho aprendido a compreender o ser humano, a criação e Deus. Um dos livros que mais me inspiram é “Bases para sua conduta”, fonte infinita de sabedoria para a vida, família, relacionamentos e trabalho.
Os conteúdos alimentam minha mente e estimulam minha sensibilidade, enquanto as práticas comprovam os conhecimentos e ajudam a construir o ser que almejo me tornar.